Cinco regras que não vamos quebrar.
A gente já viu ferramentas demais, pequenas e úteis, virarem coisas inchadas e hostis. Este é um compromisso público, escrito para que possamos ser cobrados por ele.
Software deve ser pequeno.
A gente faz quatro extensões, não uma suíte. Cada uma faz uma coisa. Se um recurso merece existir por conta própria, ele é lançado por conta própria. Se não merece, é cortado.
O navegador é o lugar certo para as ferramentas.
Arquivos não precisam sair da sua máquina para serem convertidos. Páginas da web não precisam ser enviadas para serem salvas. A gente empurra o máximo de lógica que consegue para dentro do próprio navegador.
Grátis é um recurso.
Não é freemium. Não é teste grátis. Não é grátis-com-conta. É só grátis. A gente decidiu que ganhar dinheiro com isto é um resultado pior do que a liberdade de dar de graça.
Privacidade é o padrão, não o upsell.
Não há pacote de analytics, nem relator de erros, nem telemetria "anonimizada". A gente não sabe quantas pessoas usam estas extensões. E estamos de boa com isso.
A gente não vai ser comprada e virar adware.
Se a gente encerrar tudo, vamos publicar o código-fonte e sair de cena. Ninguém vai comprar este catálogo e transformá-lo em um injetor de cupons. Essa promessa é a razão de ser disto tudo.